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83% das casas no Brasil não têm seguro. O produto que protege seu lar custa menos do que uma assinatura de streaming.

  • Foto do escritor: Renan Batista
    Renan Batista
  • 29 de jun.
  • 2 min de leitura

Apenas 17% dos domicílios brasileiros contam com seguro residencial, segundo levantamento da CNseg com dados do IBGE. Isso significa que em cada dez casas, oito e meia estão completamente desprotegidas contra incêndio, roubo, danos elétricos, alagamento ou qualquer outro imprevisto que pode acontecer sem avisar.

Não é falta de produto. É falta de hábito e, na maioria dos casos, falta de informação sobre o que o seguro custa e o que ele cobre.

O mercado está crescendo. O seguro residencial registrou alta de 10,5% no primeiro trimestre de 2026 e acumulou crescimento de 49% entre 2022 e 2025, impulsionado pela mudança no comportamento do consumidor e pelo aumento de eventos climáticos extremos. As pessoas estão contratando mais. Mas o patamar de partida era tão baixo que mesmo com esse ritmo, a maioria das residências brasileiras ainda segue desprotegida.

O argumento mais comum para não contratar é o preço. E é exatamente aí que mora o maior equívoco. Um seguro residencial básico para um apartamento ou casa de padrão médio pode custar entre R$ 30 e R$ 80 por mês: menos do que boa parte das assinaturas de serviços digitais que a maioria das famílias já paga sem pensar duas vezes. Por esse valor, a cobertura inclui incêndio, raio e explosão, danos elétricos, roubo de bens do interior do imóvel e assistência 24 horas para emergências domésticas.

Esse último ponto é mais relevante do que parece. Quase 65% dos acionamentos de seguro residencial são para imprevistos domésticos e manutenção, não para grandes sinistros. Chaveiro, encanador, eletricista de emergência, assistência para vazamentos: situações que acontecem com frequência e que, sem seguro, custam caro e aparecem sempre na hora errada. Para muitas famílias, é esse serviço do dia a dia que justifica a contratação, muito antes de qualquer catástrofe.

O mercado ainda é fortemente impactado por fatores culturais e pela falta de informação da população sobre proteção patrimonial. O brasileiro tende a subestimar o risco até que ele aconteça. Uma residência representa, na maioria dos casos, o maior patrimônio que uma família acumulou ao longo da vida. Proteger esse patrimônio por menos de R$ 80 por mês não é gasto. É a decisão financeira mais óbvia que existe e que a maioria adia indefinidamente.

A intensificação de eventos climáticos extremos, como enchentes, vendavais e deslizamentos, tornou a proteção patrimonial uma prioridade crescente. Quem assistiu às cenas de destruição no Sul do país nos últimos anos entende o que significa perder tudo sem nenhuma cobertura para recomeçar.

O seguro residencial não elimina o imprevisto. Mas elimina o impacto financeiro que ele causa. E num país onde 83% das casas ainda estão sem essa proteção, a pergunta que vale fazer é simples: a sua está entre as 17% ou entre as outras?

A Ravicor oferece consultoria e contratação de seguro residencial para proprietários e inquilinos. Entre em contato e veja qual cobertura faz sentido para o seu imóvel.


 
 
 

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