O preço do seguro auto caiu em 2025, mas isso não significa que você está bem coberto.
- Renan Batista
- 19 de mai.
- 1 min de leitura

O IPSA, índice que mede o preço do seguro de automóvel, fechou 2025 em aproximadamente 4,6% do valor do veículo em dezembro, o menor patamar registrado na série recente. Depois de anos de pressão de alta, o mercado respirou. Bom para o bolso de quem renovar a apólice agora.
Mas tem um detalhe que passa despercebido nesse cenário de preço mais baixo. O consumidor que apenas renova automaticamente a apólice pode estar pagando até 20% a mais do que deveria. O mercado ficou mais competitivo, mas quem não pesquisa não se beneficia da competição.
O segundo ponto é sobre cobertura. Seguro mais barato nem sempre é seguro mais adequado. Apólice bem calibrada é aquela que cobre o que você realmente arrisca perder, no perfil que você realmente tem. Perfil de risco, uso do veículo, região de pernoite, histórico de sinistros: tudo isso muda o cálculo. Quem dirige pouco, em região de risco menor e com histórico limpo de sinistros, tem margem real para negociar prêmios mais competitivos sem abrir mão das coberturas principais.
O momento é bom para quem vai renovar. Não para renovar no automático, mas para sentar com um corretor, revisar o que tem hoje e verificar se a apólice ainda faz sentido para a sua realidade. Preço mais baixo só é vantagem se o que está por trás continua protegendo o que você precisa proteger.




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