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Seguro empresarial: 73% das pequenas empresas não têm. A maioria vai contratar só depois de um sinistro.

  • Foto do escritor: Renan Batista
    Renan Batista
  • 15 de mai.
  • 1 min de leitura

Uma pesquisa da Confederação Nacional das Seguradoras mapeou o comportamento das micro e pequenas empresas brasileiras em relação a seguros. O resultado foi este: apenas 26,7% dos empresários contratam algum tipo de seguro para o negócio. Os outros 73% estão operando sem proteção nenhuma para o patrimônio que levaram anos para construir.

O dado não surpreende quem trabalha com isso. A maioria dos MPEs só busca seguro empresarial após enfrentar tragédias, como roubos ou incêndios, ou por obrigação legal. O seguro não entra no planejamento. Entra no luto.

O problema não é o preço. O custo de proteger uma pequena empresa raramente ultrapassa 1% do valor do patrimônio segurado por ano. Um pacote cobrindo incêndio, roubo de conteúdo, danos elétricos e responsabilidade civil pode sair por menos de R$ 500 por mês para a maioria das operações de pequeno e médio porte. O que encerra uma empresa sem seguro não é o sinistro em si. É o que vem depois: equipamento parado, estoque destruído, aluguel correndo, funcionários sem receber, cliente migrando para o concorrente.

O empresário que corta o seguro para economizar trezentos reais por mês e depois perde duzentos mil em um sinistro não economizou. Trocou certeza pequena por risco enorme.

O seguro patrimonial tem sido puxado pela demanda de pequenas e médias empresas e cresce acima da média do setor em 2026. O mercado está respondendo a uma necessidade que sempre existiu. A pergunta é por que o empresário espera o incêndio para perceber isso. Fonte: https://www.sindsegsp.org.br/site/noticia-texto.aspx?id=36400

 
 
 
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